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Artigo Opinião Nordeste

13 de dezembro, dia nacional do Forró, dia do nascimento de Luiz Gonzaga, nosso “Gonzagão”, o Rei do Baião

O Pedido foi feito ao IPHAN, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 2011 pela Associação Cultural Balaio do Nordeste, da Paraíba.

14/12/2021 07h30
Por: Redação Fonte: Henrique Alves da Rocha
Foto Divulgação Reprodução/Internet
Foto Divulgação Reprodução/Internet

Semana passada, depois de uma década de espera, finalmente o Forró foi considerado Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. O Pedido foi feito ao IPHAN, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 2011 pela Associação Cultural Balaio do Nordeste, da Paraíba.

De Parabéns os que fazem o Ministério do Turismo, sob a batuta do Ministro Gilson Machado Neto, que congrega dentre outras atribuições, o IPHAN e a Cultura, de Mário Frias e André Porciúncula.

Nossas águas do São Francisco finalmente abastecendo o interior do nosso nordeste, nos sertões mais longínquos.

Ao lembrar Gonzagão não tem como não recordar de um grande sucesso, Triste Partida:

“Setembro passou, outubro e novembro, já “tamo” em dezembro, meu Deus que é de nós.....”

Já estamos em dezembro e continuamos a lembrar das músicas do Gonzagão, também dos cordéis de Patativa do Assaré, grande poeta cearense.

Súplica Cearense:

“...Oh! Deus será que o Senhor se zangou... Fazendo cair toda chuva que há...”

No nordeste é assim, um dia de alegria, outros de tristezas. Nossos irmãos baianos estão passando momentos difíceis pelo excesso de chuva.

O governo federal já deslocou para a região toda ajuda necessária para minimizar o sofrimento de nossos irmão nordestinos, inclusive o próprio Presidente se deslocou a região junto com ministros para imediato auxilio, além d transferir recursos diretamente para os municípios atingidos pelas fortes chuvas.

“... meu Deus se eu não rezei direito o Senhor me perdoe, eu acho que a culpa foi desse pobre que nem sabe fazer oração...”

Dezembro trouxe também uma análise política, feita em vídeo por Kim Pain, da nova terceira via que se forma em torno do ex-juiz Sérgio Moro, demitido por ter quebrado a confiança do Presidente Jair Bolsonaro, além de não ter correspondido à altura, as atribuições que lhes foram conferidas. Kim Pain detalha perfeitamente a “alquimia” feita por Sérgio Moro e Deltan Dallagnol, na construção de um novo grupo político ao redor deles mesmos, e também na “passada de mão” nas acusações envolvendo o Senador do Podemos do Paraná, Álvaro Dias.

Como afirmamos em publicações anteriores, 2022 não será como 2018. Os que outrora estiveram com Bolsonaro, não estão mais, quem estava contra, está com muito mais força e disposição lutando contra o governo. Que forças contrárias seriam estas: Partidos de esquerda, somados a grande parte dos ministros das cortes superiores, em pleno ativismo político; os “lavajatistas”, de olho no fundo eleitoral do Podemos, PSL e DEM, numa mega “fusão” partidária, para fazerem um grande poderio econômico frente ao apoio popular indiscutível do Presidente Bolsonaro; A imprensa tradicional, acostumada às benesses do erário, não praticada pelo governo Bolsonaro; grande parte da classe artística, em síndrome de abstinência da Lei Rouanet; e por último, mas não menos importante, o “Império GLOBO”.

A força da “Globo”, como todos sabemos, vai muito mais além do que artistas insatisfeitos e jornais diários.

Em homenagem à Gonzagão, aniversariante do dia, concluo com os versos finais da Triste Partida:

“...Faz pena o nortista, Tão forte, Tão bravo, Viver como escravo, No norte e no Sul.”

Henrique Alves da Rocha. Coronel PM. Sergipe.

 

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