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Artigo Um forte recado

Um forte recado ao ministro Fachin: A Constituição precisa ser respeitada

A Constituição diz que o idioma oficial do país é a língua portuguesa, cujas regras gramaticais não podem ser alteradas por “ativismos” ou “modinhas”

12/01/2022 09h30
Por: Redação Fonte: Guillermo Federico Piacesi Ramos
Foto Divulgação STF
Foto Divulgação STF

O STF (Fachin) dá liminar para que leis estaduais proibindo linguagem neutra percam a validade, declarando que compete à UNIÃO FEDERAL legislar sobre o tema, e não aos Estados e Municípios.

Mas a própria Constituição diz que o idioma oficial do país é a língua portuguesa, cujas regras gramaticais não podem ser alteradas por “ativismos” ou “modinhas” como essa bobagem esdrúxula de linguagem neutra, que saiu da cabeça de boçais sem a quantidade suficiente de neurônios para raciocinar normalmente.

Portanto, pouco importa o que decidiu esse tal senhor Fachin quanto ao assunto. É só os Estados aplicarem em seus editais de concurso público estaduais, ou colégios e instituições de ensino, o que já diz a Constituição: exigência da língua portuguesa como idioma oficial do território nacional (obviamente com todas suas regras gramaticais formais).

Não precisa uma lei estadual proibindo linguagem neutra, porque ela já é proibida - ou melhor, ela já não é aceita formalmente. Na vida privada cada um que fale como quiser. Até na “língua do Pê”, se quiser. Mas o idioma oficial da República Federativa do Brasil é o português - e ele não admite essa modalidade esdrúxula chamada “linguagem neutra”.

Fazer uma lei “dando cartaz” para esse tipo de coisa é apenas permitir que pessoas como esse senhor Fachin venham fazer um ativismo judicial tosco que, na prática, tem efeito zero nas regras gramaticais do idioma pátrio.

Guillermo Federico Piacesi Ramos

Advogado e escritor. Autor dos livros “Escritos conservadores” (Ed. Fontenele, 2020) e “O despertar do Brasil Conservador” (Ed. Fontenele, 2021).

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